Dilma Rousseff é diplomada como presidente da República pela Justiça Eleitoral
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Em discurso, Dilma citou a Operação Lava Jato, afirmando que a apuração de desvios da Petrobras deve ser feita com rigor
Ao ser diplomada pela Justiça Eleitoral como presidente da República reeleita, nesta quinta-feira (18), a presidente Dilma Rousseff defendeu a Petrobras e disse que o governo vai enfrentar com "destemor" os problemas de corrupção investigados na empresa. Dilma disse que é necessário saber "punir as pessoas e não destruir as empresas".
"Temos de apurar com rigor tudo de errado que foi feito e criar mecanismos que evitem que fatos como estes aconteçam. A Petrobras é a empresa mais estratégica para o Brasil. É também a que mais contrata e investe no País", disse a presidente após receber o diploma das mãos do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli.
Dilma adiantou que, em seu discurso de posse, no próximo dia 1º de janeiro, ela detalhará as medidas econômicas que o governo pretende adotar para garantir "o desenvolvimento e crescimento econômico". Ela ainda lembrou que o Brasil, após a divulgação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade, é um país que "não tem medo da verdade".
"A verdade não tem mais medo de aparecer. E as pessoas enfrentam a verdade sem medo", resumiu.
Ao ser diplomada pela Justiça Eleitoral como presidente da República reeleita, nesta quinta-feira (18), a presidente Dilma Rousseff defendeu a Petrobras e disse que o governo vai enfrentar com "destemor" os problemas de corrupção investigados na empresa. Dilma disse que é necessário saber "punir as pessoas e não destruir as empresas".
"Temos de apurar com rigor tudo de errado que foi feito e criar mecanismos que evitem que fatos como estes aconteçam. A Petrobras é a empresa mais estratégica para o Brasil. É também a que mais contrata e investe no País", disse a presidente após receber o diploma das mãos do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli.Dilma adiantou que, em seu discurso de posse, no próximo dia 1º de janeiro, ela detalhará as medidas econômicas que o governo pretende adotar para garantir "o desenvolvimento e crescimento econômico". Ela ainda lembrou que o Brasil, após a divulgação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade, é um país que "não tem medo da verdade".
"A verdade não tem mais medo de aparecer. E as pessoas enfrentam a verdade sem medo", resumiu.
Os ex-presidentes Luís Inácio Lula da Silva e José Sarney ocuparam o lugar de honra reservado nos tribunais durante toda a solenidade, que contou com a presença de ministros do atual governo, presidentes de partidos e ainda ministeriáveis, como o governador da Bahia, Jaques Wagner, e o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, entre outros.
A diplomação é um ritual da Justiça Eleitoral que declara legítimo o processo eleitoral, reconhecendo a eleição e declarando que todo o pleito ocorreu da forma devida.
Fonte: IG
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